sexta-feira, 23 de julho de 2010

André Tokarski: Juventude, Frente Essencial da Batalha Eleitoral

Estamos na terceira semana oficial da campanha eleitoral e o tema das eleições já contagia boa parte do povo e da juventude. Os primeiros movimentos deixaram claro que vivemos uma verdadeira guerra eleitoral, de intensa disputa e combate. A juventude brasileira jamais se furtou a um bom combate e agora não será diferente.
Por André Tokarski.
Fonte:
http://juventudenarede.wordpress.com/


É durante as eleições que a política transita com mais facilidade no dia a dia do povo. Vira assunto na escola e no trabalho, dentro de casa e na mesa do bar. Ao seu próprio modo, os trabalhadores e trabalhadoras, estudantes, jovens, mulheres, todos discutem o que pode mudar na sua vida com o processo eleitoral.

A eleição presidencial de 2010 tem características únicas, que devem servir para chamar a nossa atenção para os impactos do seu resultado. O Brasil vive um ciclo de crescimento e desenvolvimento não visto há décadas. Os êxitos obtidos com o governo Lula transformaram a vida de milhões de brasileiros e brasileiras. Em especial para os jovens, nunca vivemos um período de tantas conquistas importantes. Os sonhos da juventude estão se transformando em realidade e temos a consciência de que existe espaço para mais avanços.

Nos últimos sete anos, mais de 600 mil estudantes de baixa renda tiveram acesso ao Prouni. O Reuni dobrou o número de vagas nas universidades federais, foram criadas mais de 214 escolas técnicas federais. O Projovem beneficiou milhares de jovens com bolsas remuneradas, incentivando a volta à escola e a formação profissional. O Conselho Nacional de Juventude (Conjuve) é um espaço de debate e formulação de propostas com a participação organizada da juventude. E há duas semanas escrevemos o nome da juventude brasileira na Constituição da República.

A UJS tem propostas e compromissos com o Brasil, toda a sua militância deve se empenhar de corpo e alma na campanha eleitoral, apresentado suas propostas e mobilizando a juventude.
Devemos atuar em duas frentes:

1- denunciar com veemência o risco do retrocesso que viveria o nosso país com a eleição de José Serra. Volta das privatizações, do desemprego e da marginalização da juventude.

2- Apresentar nossas bandeiras e propostas: reconhecimento da juventude como agente estratégico do novo projeto nacional de desenvolvimento, criação do Sistema Nacional de Juventude, defesa dos 50% do Fundo Social do Pré-sal para a educação.

É no debate de conteúdo e na comparação de projetos que vamos conquistar a confiança da juventude e a mobilização social necessária para a construção de um projeto de governo mais ousado, que aprofunde as mudanças iniciadas com o governo Lula.

Por isso, é tarefa de todo militante da UJS participar ativamente das eleições, em todos os âmbitos e espaços, na escola, no trabalho, nas redes sociais, em casa… Devemos lutar para eleger Dilma, mas também nos empenharmos com muita força na eleição de governadores, senadores, deputados federais e estaduais comprometidos com as bandeiras da UJS e da juventude.

Vamos à luta!

Luciana Defende Desenvolvimento com Sustentatabilidade Ambiental


Fonte: http://www.pcdob.org.br/noticia.php?id_noticia=133774&id_secao=3

Na última quarta-feira (21), a candidata à deputada federal Luciana Santos (PCdoB) realizou um debate sobre Meio Ambiente no comitê eleitoral que ela divide com o candidato a deputado estadual, Luciano Siqueira (PCdoB), na Zona Norte do Recife.

“Nós vivemos um momento de muitas possibilidades para a política ambiental brasileira, porque hoje temos um arcabouço legislativo impactante e abrangente, temos as unidades de conservação, as reservas legais. Mas, o nosso principal trunfo é o nosso sistema de unidade de conservação, com várias modalidades, das quais lançamos mão para garantir uma política de conservação e de desenvolvimento que parta do pressuposto da sustentabilidade ambiental”, afirmou Luciana ao abrir o encontro.

Esse é o quinto encontro promovido por Luciana com setores que atuam em algumas áreas temáticas. “A ideia é antecipar o modus operandi, a natureza e a característica do mandato que nós pretendemos assumir na Câmara Federal”, disse a candidata comunista, adiantando: “Tenho certeza que essa não será uma prática apenas na eleição, mas uma pratica que continuará durante um possível futuro mandato, exatamente nesse esforço de colher a opinião pública principalmente com os principais atores, aquelas pessoas que no dia a dia lidam com determinadas temáticas e dão contribuições para que estejamos sintonizados com os desafios contemporâneos”, explicou.

Luciana lembrou ainda sua participação na COP 15 realizada em 2009, na Dinamarca. “Nós vivenciamos um grande debate em nível mundial o ano passado, que foi o debate das mudanças climáticas, do qual tive a oportunidade de participar juntamente com Hélvio Pólito e Mauro – dois dos debatedores do encontro -.

Ela destacou ainda a atual situação do Brasil no que se refere a fontes de energia renováveis. “Nos temos 45% da nossa matriz energética de energias renovável., temos o pré-sal, que foi uma grande descoberta do governo Lula, que mesmo sendo um combustível fóssil a partir dele existe todo um comprometimento de apostar nos empreendimentos de produção de energias alternativas, renováveis e limpas. Até porque nós sabemos que esse é o tipo de potencial energético que vai ser muito importante por muito tempo”.

Segundo Luciana, esse é um debate que remete a diversas variáveis principalmente pelo momento que Pernambuco está vivendo de mudança radical de sua matriz econômica. “Nós estamos vivenciando com um verdadeiro boom econômico. Com o estaleiro de Suape, com a refinaria de petróleo, a transposição do Rio São Francisco, a Transnordestina. Isso tudo tem um impacto ambiental que precisa ser levado em conta e é preciso ter as soluções para que nós façamos isso direito, um desenvolvimento com a sustentabilidade”, defendeu.

Do Recife,
Audicéia Rodrigues.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

2º Salao Nacional de Divulgação Científica - ANPG



De 25 a 30 de julho, a comunidade ciêntífica vai prestigiar o Segundo Salão de Divulgação Científica, promovida pela Associação Nacional dos Pós-Graduandos - ANPG no estado do Rio Grande do Norte.  Um evento que mesmo em sua segunda edição, já pode ser considerado referência para a agenda dos estudantes de pós-graduação, ciêntistas, professores e pesquisadores em geral.

Não é de hoje que a ANPG vem promovendo fecundos debates a respeito da importância da Ciência, Tecnologia e Educação como pilares fundamental para o desenvolvimento social, economico, humano e ambiental do país. E tal evento vai contribuir bastante para a realização de um caloroso debate a respeito de tais temáticas, como também, alguns temas pertinentes ao cotidiano dos estudante de Pós-Graduação (Lattus ou Strictus Sensus), como também, as questões relevantes a construção de uma educação pública e de qualidade científica.

sábado, 17 de julho de 2010

Núcleo Helenira Rezende - Rio Doce.

Muito satisfatória a reunião da UJS-Olinda em Rio Doce, por meio do Núcleo Helenira Rezende. Por meio da coordenação do diretor, Chico Barros (Jesus) a reunião foi bastante fecunda em todos os debates realizados, que contou com a participação de membros da direção estadual e municipal da gloriosa União da Juventude Socialista, além da representatantação dos grêmios estudantis mais importante do bairro e de integrantes do movimento estudantil universitário que residem na comunidade.

"A reunião foi bastante proveitosa, principalmente por que saímos com encaminhamentos importantes para a vida orgânica, tanto do núcleo, quanto para a própria organização da UJS-Olinda."
(Chico Barros/Jesus).


sexta-feira, 16 de julho de 2010

Agenda 65 da Juventude

AGENDA DA CAMPANHA – 19 A 25 DE JULHO.


TERÇA FEIRA.
Destacamento 1 – Panfletagem na porta de Escola Capitão Luiz Reis.
Destacamento 2 – Panfletagem na porta de Escola Estevão Pinto.
Destacamento 3 – Panfletagem na Porta de Escola Jerônimo de Albuquerque.

QUARTA FEIRA.
Capacitação da Brigada de Juventude - 18:00hrs.
Sede de PCdoB.

QUINTA FEIRA.
Destacamento 1 – Panfletagem na porta de Escola Santo Ignácio de Loyola.
Destacamento 2 – Panfletagem na porta de Escola Carlos Gonçalves.
Destacamento 3 – Panfletagem na Porta de Escola Paulo Cavalcanti.

SEXTA FEIRA.
Destacamento 1 – Panfletagem na porta de Escola Capitão Luiz Reis.
Destacamento 2 – Panfletagem na porta de Escola Estevão Pinto.
Destacamento 3 – Panfletagem na Porta de Escola Jerônimo de Albuquerque.

SÁBADO às 20:00 hrs.
Brigada da Balada - Mercado Eufrásio Barbosa

DOMINGO às 14:00 hrs.
Reunião do Comitê de Juventude
Comitê de Luciano Moura

Destacamento 1 (Águas Compridas) – Responsável: Welligton Lima
Componentes: Juliana, Anselmo, Samuel, Ednaldo, Cláudio, Ariadne, Suzana, Simone, Felipe Oliveira, Felipe Lima.

Destacamento 2 (Peixinhos \ Salgadinho) – Responsável: Roberto Santana
Componentes: Adriana, Max, Buiu, Ellis, Babi, Felipe Cabus, Matheus, Cleber, Duda, Buda.

Destacamento 3 (Rio Doce) – Responsável: Marcio Barros
Componentes: Hugo Fulco, Muriel, Itala, Roberta, Berlan, Maria Eunice, Inhame, Mazinho, Danilo, Wallace, Vinícius.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Carta à Juventude Socialista do Século XXI

Ser socialista nesse tão recente século, é sem duvida uma forma atrair para si mesmo, uma tarefa árdua e carregada de desafios. Não é pra tanto que esse pensamento ainda sobrevive e chega ao século XXI ainda vivo e manifestando-se em vários cantos do mundo como uma alternativa racional para o destino da humanidade. Sabe-se que o século XX, foi um momento deveras importante para o destino do socialismo mundial. As lutas e as ideologias se intensificaram maciçamente dominando mentes e corações libertárias que gritavam ferozmente contra o regime burguês que o mundo tomava para si como rumo principal. Pois bem, as artérias dos militantes socialistas pulsavam em torno de um só significado: revolução! Toda essa euforia foi bastante significativa, haja vista que, ser a antítese de um mundo capitalista e execrável por natureza era realmente uma incumbência bastante honrosa e principalmente humana.

O século XX representou para a economia mundial um período em que as idéias tomaram corpo e se confrontavam em um duelo quase sempre destrutivo para algum lado. O século passado com absoluta convicção foi o século da arbitrariedade, do individualismo esclarecido, do poder bélico, da ascensão e da queda. Sem mais predicados, e dando continuidade ao raciocínio que aqui exponho, volto a ressaltar que ser socialista não é uma tarefa fácil, nem tampouco um prazer em tempo integral. A bandeira do socialismo carrega entranhada a toda sua ideologia, um grande bojo de sangue, suor e lágrimas. O que poderíamos esperar? A grande Revolução Industrial do século XIX entrega ao mundo um sistema explorador e entranhado de injustiças. O mundo por sua vez, acalanta as idéias burguesas e dá todos os subsídios para que essa criação econômica se incorpore e seja batizada de liberalismo.

O mundo é o grande ventre que gera a história, que por sua vez, é o fator de análise e ponderação de seu tempo. O século XX em seu início, nada mais é que um período em que as nações capitalistas não estão para brincadeira e seguem literalmente as regras do jogo do mercado mundial: produzir muito, obter matéria-prima barata e ampliar cada vez mais os seus mercados consumidores. A competição comercial e armamentista foi iniciada e o mundo presenciou o primeiro conflito mundial de caráter destrutivo.

E assim caminha a humanidade, carregada de transformações e continuidades. Os regimes ditos liberais passaram por uma notável crise econômica e social que abalaria as suas estruturas durante a década de 1930. O mundo por sua vez, passou a almejar por regimes que se expressassem em torno de um Estado forte e regulador, com isso as manifestações do poder geram outra arbitrariedade de caráter desumano e a história é a principal espectadora de mais uma guerra de extremidade incalculável.

Mesmo com todas as lições históricas, o terreno da contemporaneidade ainda foi bastante fértil para o crescimento do capitalismo em detrimento dos ideais socialistas que aos poucos foram se tornando inviáveis aos olhos dos economistas e políticos que decidiam cada vez mais que um Estado forte não era algo sugestivo para as novas regras de mercado que o mundo “necessitava”. Com isso, os principais regimes socialistas passaram a entrar em uma crise significativa tendo em vista as nações capitalistas que cresciam cada vez mais na corrida política do mundo regido por uma bipolarização que já estava com seus dias contados.

O capitalismo chega ao final do século anterior fortalecido pela alcunha do neoliberalismo e das novas regras de mercado via um mundo em processo de globalização. Os mercados regionais passavam a seguir rumo aos grandes blocos econômicos, as elites exploradoras moldavam cada vez mais o mercado mundial tendo em vista as suas aspirações e o socialismo ficava cada vez mais marginalizado e “engolindo seco” as injustiças e desigualdades do mundo.

No Brasil, o século XX representou um período político e econômico bastante polêmico e ao mesmo tempo importante para a nossa breve história nacional. Pois bem, o país passou por diferentes períodos, enfrentou uma transição de ser um país agrário para um país industrializado e urbano. Viu surgir uma nova burguesia urbana e presenciou também o crescimento ainda maior da exploração que o capital ao penetrar nas terras tupiniquins implantou sobre os braços trabalhadores dos campos e das cidades brasileiras. De Vargas a FHC, foi o período em que o campo da esquerda socialista não se rendeu na luta contra o capital explorador, e se manifestou em torno de propostas sociais para resolver as problemáticas brasileiras. Ser militante de esquerda no século XX era carregar consigo uma bandeira histórica que vinha desde as teses marxistas do século anterior.

Experiências revolucionárias não faltaram para guiar a luta socialista tanto no Brasil quanto no mundo. No entanto, o que realmente careceu fora um projeto econômico embasado e crítico às regras de mercado que o mundo passava até então. As referencias socialistas ainda estavam ligadas a realidade ou industrial de Marx ou dos regime político adotado pela URSS pós-revolução russa. O capitalismo não parava de se transformar e infelizmente ser socialista no final do século XX era basicamente: ser e fazer oposição ao regime neoliberal e propor uma nova alternativa cabível a vacância após o suposto fim do regime capitalista. Como obstáculos a essas tarefas nada fáceis, é válido somar que as constantes perseguições e regimes ditatoriais que a esquerda socialista sofria no país de fato dificultavam e muito a concretizações das atribuições básicas de um militante socialista.

Enfim, essa primeira parte pode ter parecido de fato algo enfadonho, no entanto, a meu ver, é fundamental escrever tal manifesto, uma vez que, foi essas e muitas outras histórias que fazem cada vez mais o socialismo existir, uma vez que, antes de está em tribunas e reuniões políticas, o socialismo é algo que reside no coração de cada militante e ser socialista é carregar uma herança que não morre tão facilmente. É carregar a vontade de superar as dificuldades impostas por um sistema explorador, exclusivista e destrutivo por natureza com o sorriso e o olhar da esperança que os dias que estão para vir, o mundo será melhor para todos.

Mídia e Política (Uma Importante Reflexão).

O ano de 2006, como se sabe, foi um período que ocorreu eventos como: Copa do Mundo e Eleições Presidenciais, assim como o corrente ano. E justamente a 4 anos atrás, lí uma interessante matéria no Observatório da Imprensa que tratava sobre a relação entre o poder político com a mídia. Pois bem, nos ultimos anos, esse debate veio ganhando muito fundamento, se tornando uma bandeira de luta de diversos movimentos sociais espalhados pelo Brasil, envolvendo, não somente profissionais ligados as áreas de comunicação, mas também, uma série de atores sociais estão se envolvendo e se empoderando cada vez mais desse tão importante debate.

A necessidade de democratizar ou reformular a mídia é uma condição fundamental para podermos repensar sobre a organização política e social do país. A Imprensa, ou o também chamado de 4º Poder, tem, efetivamente um papel estratégico nas decisões políticas e na formulação da opinião pública brasileira. E com absoluta certeza, essas impensas em muitos casos deixam bem claro a que classe economica elas servem.

Enfim, deixo esse pequeno texto que foi publicado no ano de 2006 para que possamos REFLETIR um pouco na IMPORTÃNCIA do nosso VOTO para a construção do Brasil que tanto sonhamos.



Entre eleitos, 80 parlamentares controlam rádio ou televisão.

Por Alceu Luís Castilho em 25/10/2006
Reproduzido da Agência Repórter Social, 23/10/2006 / Retirado do Observatório da Imprensa.

Um terço dos senadores e mais de 10% dos deputados eleitos para o quadriênio 2007-2010 controlam rádios ou televisões. A Agência Repórter Social realizou um levantamento inédito sobre a posse de rádios e TVs por parlamentares, a partir de dados entregues por eles mesmos aos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), na maior parte disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Para alcançar o total de 27 senadores, a reportagem aproveitou o trabalho do Instituto de Estudos e Pesquisas em Comunicação (Epcom), do Rio Grande do Sul, que no ano passado divulgou uma lista que incluía os senadores que têm parentes com concessão de rádio ou/e televisão.

O mesmo vale para os deputados, desta vez conforme a lista divulgada em 2005 pelo professor Venício de Lima, da Universidade de Brasília, sobre os deputados que aparecem diretamente na relação de concessionários de rádios e TVs do Ministério das Comunicações. Segundo Lima, a lista de deputados que têm parentes com concessões ainda não feita, e deve fazer o número de deputados com controle de rádio e televisão passar de 100.

Conflito de informações:

Os dados do TSE mostram que há parlamentares que estão nas listas do Epcom e da UnB, mas não declararam os bens, em 2006 (ou 2002, no caso de senadores eleitos nesse ano e que não foram candidatos a algum cargo eletivo este ano) ao TSE. É o caso dos deputados reeleitos Mauro Benevides (PMDB-CE), Pedro Fernandes (PTB-MA). Marcondes Gadelha (PTB-PB), Moacir Micheletto (PMDB-PR), José Mendonça (PFL-PE), Mussa Demes (PFL-PI), Alexandre Santos (PMDB-RJ), Luciano Castro (PL-RR) e Sandra Rosado (PSB-RN). No caso de Átila Lira (PSDB-PI), o TSE não divulgou a declaração de bens.
Da mesma forma, há parlamentares, e não só aqueles que assumirão o cargo em 2007, que não aparecem nas listas do Epcom e do Núcleo de Estudos sobre Mídia e Política da UnB, mas que declararam, em 2002 ou 2006, possuir pelo menos uma rádio ou televisão.

Esse é o caso do senador Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA) e dos deputados José Mendonça (PFL-PE), Léo Alcântara (PSDB-CE) e Henrique Alves (PMDB-RN).

A lista de novos parlamentares concessionários de rádio e televisão inclui o ex-presidente Fernando Collor (PRTB-AL) e o ex-governador Jayme Campos (PFL-MT), entre os senadores, e o deputado paulista Antonio Carlos Bulhões, um dos que mais possuem cotas de rádio e TV. (Ver aqui a lista de acordo com os valores declarados.)

Trampolim da Vitória:

Uma das rádios do senador Garibaldi Alves (PMDB), candidato ao governo do Rio Grande do Norte, chama-se Trampolim da Vitória. Ele possui mais sete rádios no Estado e duas televisões em Natal – uma retransmissora do SBT, outra da Rede Globo. O fenômeno das concessões de rádio e TVs por parlamentares é definido por Venício de Lima e por James Görgen, do Epcom, como "coronelismo eletrônico".

O número de senadores poderá diminuir caso Roseana Sarney (PFL-MA), Garibaldi Alves e José Maranhão (PMDB-PB) sejam eleitos governadores no segundo turno. A lista já deixou de fora o senador Paulo Octávio (PFL-DF), eleito vice-governador, e incluiu o suplente do senador Teotônio Vilela Filho (PSDB-AL), João Tenório, com a eleição de Teotônio ao governo alagoano.
Poderosos

Entre os detentores diretos ou indiretos de concessões estão dois ex-presidentes, José Sarney (PMDB-AP) e Collor, e 11 ex-governadores: Antonio Carlos Magalhães e César Borges (PFL-BA), Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), Mão Santa (PMDB-PI), Garibaldi Alves (PMDB-RN), Jayme Campos (PFL-MT), Jorge Bornhausen (PFL-SC), José Maranhão (PMDB-PB), Edison Lobão e Roseana Sarney (PFL-MA) e Tasso Jereissati (PSDB-CE).

Dezenove senadores, desse grupo de 27 com concessões de rádio ou televisão, declararam os bens aos Tribunais Regionais Eleitorais, em 2002 ou 2006. Os demais estão na lista elaborada pelo Epcom.
Alguns eleitos em 2002 também declararam seus bens em 2006, por serem candidatos a governador (Roseana Sarney, José Maranhão, Antero Paes de Barros, Garibaldi Alves, Mão Santa, Marcelo Crivella, Romero Jucá) ou vice (Leonel Pavan).

Além dos senadores, inúmeros deputados com rádio e TV estão entre os mais influentes da Câmara. É o caso de Inocêncio Oliveira (PL-PE) e Jader Barbalho (PMDB-PA), ex-presidentes da Câmara e do Senado, e do ex-ministro das Comunicações Eunício Oliveira (PMDB-CE).

Entre os deputados reeleitos 12 estão na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, justamente a responsável pela aprovação ou renovação de outorgas. São eles: Aníbal Gomes e Eunício Oliveira (PMDB-CE), Jader Barbalho, Fábio Souto (PFL-BA), José Bezerra (PFL-PE), José Rocha (PFL-BA), Júlio César (PFL-PI) e Ricardo Barros (PP-PR), todos como titulares, e dos suplentes Henrique Alves, Arolde de Oliveira (PFL-RJ) e Manoel Salviano (PSDB-CE).

Dois senadores (Marcelo Crivella e Wellington Salgado) estão na subcomissão permanente de Cinema, Teatro, Música e Comunicação Social; e dois (Flávio Arns e o mesmo Wellington) na subcomissão permanente de Ciência e Tecnologia.

Sem rádio:

O senador licenciado Hélio Costa, ministro das Comunicações, não possui mais uma rádio em Barbacena (MG), conforme a declaração feita em 2002. Em seu lugar no Senado está o suplente Wellington Salgado, que possui 50% da Rede Vitoriosa de Comunicações e 6.550 quotas da Radio Hit-Parade Ltda, e é um dos primeiros na lista dos que têm rádios e TVs mais valiosos.







terça-feira, 13 de julho de 2010

Mensagem à Juventude de Olinda


De fato, a vulnerabilidade que o jovem brasileiro se encontra em relação a utilização e dependeência química das drogas é algo que sempre mereceu uma atenção especial do lado esfera pública. Eis um dos grandes desafios do Estado brasileiro em relação a juventude. Essa problemática tem que ser debatida como uma relevante prioridade, principamente, quando se trata do desenvolvimento humano, psíquico e social do(a) jovem. E justamente por isso que precisamos contar com políticas públicas de juventude em relação a todos problemas gerados pelas drogas em nossa sociedade.

Sabemos que o debate sobre a descriminalização do uso de algumas drogas vem avançando muito, na pauta de determinados movimentos políticos. No entanto, precisamos tomar cuidado com essa questão. Principalmente nos dias atuais, haja vista que, o vício das drogas ainda se configura como uma gravíssima mazela social na vida de várias famílias e jovens brasileiros.

Atualmente, o Crack é um grande exemplo disso, pois se configura como um problema que envolve a juventude de todo o Brasil. Precisamos ter um debate político acertado sobre esse problema, uma vez que, por trás do viciado, é preciso haver uma preocupação que envolva o debate, tanto pela saúde, como pela segurança pública. Por trás de um usuário de drogas, sabemos que há todo um interesse econômico de grupos criminosos que por meio do narcotráfico destroem a vida de vários jovens. Além da ausência de centros de saúde especializados em tratar jovens viciados e suas famílias com dignidade e acompanhamento médico satisfatório.

Precisamos crescer no debate sobre o combate as drogas e levar essa discussão a todos os espaços existentes (escolas, universidades, comunidades, como também ao poder público) para a construção de uma política Pública de Juventude visando o fim desse problema. È uma tarefa árdua, mas necessária.É preciso cobrar das autoridades competentes uma atenção redobrada, tanto sobre a problemática do crack, como também de outras tipologias de drogas.

E justamente por isso que, por meio dessa pequena mensagem almejamos contribuir com esse tão importante debate e nos colocamos como parceiros diante dessa luta.

Assinam Esse Documento:

União da Juventude Socialista – UJS.
(http://www.olindaujs.blogspot.com/)

Centro de Juventude: Desenvolvimento e Cidadania – CEJU.
(http://www.centrodasjuventudes.blogspot.com/)

Frente Emergente Nova Interação X – FENIX.



segunda-feira, 12 de julho de 2010

Figuras da UJS-Olinda: Buyuh

Nome: Diego Silvestre da Silva. Ou mais conhecido como: Buyuh das Olindas.
Buyuh na Catedral de São Salvador do Mundo fazendo uma oração para elegermos a Comunista Luciana Santos (6513) como nossa Deputada Federal.


Buyuh é das Olindas.


Buyuh é UJS.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Luciana Santos: Um Mandato Importante para Olinda.

Nos tempos em que o debate sobre a sucessão presidencial toma corpo em todos os espaços públicos do país, também é de singular grandeza, levantarmos o debate sobre a importância de se eleger uma bancada socialista para dar continuidade as verdadeiras mudanças que o Brasil e Pernambuco precisa para a construção de um Estado ideal.

Nessa conjuntura, problematizar sobre a responsabilidade que os eleitores tem em refletir sobre a relevância de um legislativo forte e atuante é algo de grande atenção para esse importante momento, tendo em vista os rumos dos estados da federação e do país. De fato, a permanência de uma cultura política que focaliza as atenções para o Poder Execuivo, dificulta um pouco a concretização do  presente debate. Entretanto, não é querendo diminuir a relevância do Executivo, mas, o vedadeiro foco que pretendemos, é de fato,  fortalecermos o estado democrático e "bater novamente nessa tecla" para fazer crescer cada vez mais o papel político do legislativo em todas as suas esferas. O município de Olinda é uma prova de que o Legislativo é uma esfera estratégica para o crescimento municipal, principalmente no que diz respeito a captação de recursos estaduais e federais.

E nesse contexto, temos a presença de uma candidata que muito representa para a história de Olinda, a ex-prefeita Luciana Santos. Falar aqui sobre sua trajetória de lutas políticas e sociais seria algo importante, no entanto, não é o objetivo principal desse texto. O que vamos apresentar nessas linhas, diz respeito a grande importância de elegermos a nossa "eterna prefeita", como nossa maior representação no Congresso Nacional. Com absoluta certeza será algo bom para Pernambuco e muito melhor para Olinda.

Olinda precisa dessa representação, pois temos a necessidade de eleger a voz atuante de Luciana Santos para o Congresso Nacional e assim, fortalecermos cada vez mais as conquistas dos Movimentos Populares, das Mulheres, da Juventude e do Povo Brasileiro. È a voz comunista que precisamos para a construção de um país livre das desigualdades sociais, do analfabetismo, da violência institucionalizada. É a voz que vai construir um Brasil muito mais soberano, forte e  de fato socialista.